A Mansory jogou os dados e tirou um duplo seis: o resultado foi uma edição raríssima do Mercedes-Benz Classe G criada em parceria com Alec Monopoly - sim, o artista conhecido pelas notas falsas, pelo bigode e pela cartola.
Mansory Classe G com Alec Monopoly: “Art Piece – AL3C MONO907Y”
O projeto recebeu o nome de “Art Piece – AL3C MONO907Y” e terá produção limitadíssima: apenas dez unidades. Cada exemplar sai com painéis exclusivos pintados pelo artista, tanto na parte externa quanto no interior, garantindo que nenhum carro seja igual ao outro.
Série limitadíssima: personalização por dentro e por fora
Por fora, o foco está na assinatura visual do Alec Monopoly aplicada em áreas específicas da carroceria, como se o veículo fosse uma tela em movimento. Por dentro, a proposta segue a mesma lógica: o habitáculo vira uma extensão da obra, com intervenções artísticas pensadas para dialogar com os materiais e acabamentos típicos da preparadora.
Vale lembrar que, em projetos desse nível, a exclusividade não está só na arte: a Mansory costuma tratar cada unidade como encomenda sob medida, com possibilidade de ajustes finos em cores, materiais e combinações - o que torna a experiência de compra quase tão “colecionável” quanto o carro em si.
Base mecânica: AMG G63 conversível, V8 biturbo e 820 cv
A base escolhida é um AMG G63 de carroceria curta, em configuração conversível com capota elétrica. Debaixo do capô, há um V8 biturbo com 820 cv, força suficiente para sair da “casa de partida” e chegar ao fim do tabuleiro em 3,9 s.
E, já que a inspiração vem de um jogo famoso, a piada está pronta: não precisa “ir para a prisão”, porque a carta que livra dessa visita indesejada (ao menos na brincadeira) estaria incluída no pacote - como se fosse item de série.
Interior sob medida, clima de “carta surpresa”
A cabine foi montada para parecer uma carta surpresa: couro personalizado, detalhes em carbono, cintos coloridos e acabamentos que lembram um hotel de luxo - daqueles em que a diária parece impossível de pagar. Tudo é feito sob encomenda e com a chancela da Mansory, do tipo que transforma o interior em vitrine de materiais, textura e cor.
Como acontece com conversões e séries tão exclusivas, também entra em jogo um ponto prático: manter um exemplar assim exige atenção especial com peças, logística e assistência especializada - principalmente se o carro circular longe dos principais centros de preparação e serviços premium.
Preço (não divulgado) e o “tabuleiro” necessário para comprar
Para levar uma das dez unidades do Classe G da Mansory, não basta “cair” no estacionamento certo: o caminho é mais próximo de hipotecar casas e hotéis, vender estações, serviços públicos e propriedades.
No fim, só os verdadeiros “magnatas” conseguem comprar o tabuleiro inteiro e ainda deixar sobra para pagar a taxa de luxo. O preço? A Mansory não informa - e, se você precisa perguntar, talvez seja melhor optar por jogar à sueca.
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